Eu isso, eu aquilo, eu, sempre eu!
Foi esse o sermão do padre. Sobre a superexposição individualista, nos tempos em que vivemos. O exagero do egoísmo.
Se eu sou uma pessoa centrada unicamente em meus desígnios eu não sou, por assim dizer, um membro útil para a minha comunidade. Minha contribuição é limitada.
(Li em uma noticia curiosa que um pastor de um lugar na Europa do norte vestiu-se de mendigo e entrou em sua própria igreja. Não foi reconhecido. As suas ovelhas não foram nem um pouco generosas com ele. Ao contrário, queriam-no fora. Ele, certa hora, se revelou, causando alvoroço, e deu uma lição em todos os presentes).
Escutei atentamente o sermão do padre sobre o desapego de si mesmo. De uma forma ou de outra, serviu a carapuça.
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